Ainda filiado ao PP, Waldir Maranhão blefa com outras legendas

Por Leandro Miranda

O deputado federal Waldir Maranhão (PP) ainda não desistiu de disputar o Senado Federal em 2018, apesar de nenhum pré-candidato ao Governo ter demostrado simpatia com a possibilidade de tê-lo como parceiro de chapa.
Para valorizar seu “passe”, Maranhão tem utilizado de velhas práticas no jogo político.
O parlamentar já teve seu nome ligado ao PCdoB, ao PTdoB, ao PT, depois foi sondado para comandar o Avante, antigo PTdoB. Por fim, novos rumores o colocam novamente na mira do Partido dos Trabalhadores. O tempo passa, contudo, e ele continua no PP.
Como a estratégia de mudar de partido não tem dado certo, Waldir agora aposta na contratação de pesquisas para avaliarem bem seu nome. No entanto, a falta de credibilidade, a rejeição da opinião pública e o seu histórico na Justiça levantam suspeitas sobre o seu potencial eleitoral para ser candidato ao Senado.

O DIA FOI TODO MEU ONTEM!


EssaS pessoas abaixo, ontem fizeram meu dia ser mais que especial aqui em Teresina, apesar de ser meu aniversário, foi o dia em que pude ter a certeza que sou amado. Foram muitos abraços, beijos e carinhos de todos os meus familiares, apesar de muitos não se fazerem presentes, mas recebia mensagens via watsap, telefone, emails e de todas as maneiras possíveis de comunicação. Muito obrigado de coração mesmo!


AMO TODOS VOCÊS
 A imagem pode conter: 2 pessoas
A imagem pode conter: 8 pessoas
A imagem pode conter: 2 pessoas
OBRIGADO JANAÍNA, lARISSA, MEUS NETINHOS E TODOS OS PRESENTES!

Tornozeleira virou ‘símbolo indelével’ de culpa, diz desembargador maranhense



Autor da decisão judicial que autorizou o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) a cumprir prisão domiciliar, o desembargador maranhense Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), defendeu, em entrevista ao G1, a medida que liberou o peemedebista do Complexo Penitenciário da Papuda antes mesmo de ser instalada uma tornozeleira eletrônica.


Na visão do magistrado, o dispositivo de monitoramento de presos virou no Brasil um “símbolo indelével de culpado”, como um “ferro de gado”.


Tornozeleira eletrônica está em falta em quatro estados e no DF



Acusado de tentar obstruir as investigações da Operação Cui Bono, da Polícia Federal, Geddel foi preso preventivamente, em 3 de julho, por ordem do juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília.


Depois de ter um pedido de liberdade negado pelo juiz de primeira instância, a defesa de Geddel recorreu ao TRF-1, tribunal responsável pela análise de recursos da Justiça Federal de Brasília.

Na foto de arquivo, Geddel Vieira Lima é conduzido da 10ª Vara da Justiça Federal de Brasília para o Complexo Penitenciário da Papuda (Foto: Dida Sampaio, Estadão Conteúdo)


A Cui Bonno apura fraudes na liberação de créditos da Caixa Econômica Federal. Geddel comandou a Vice-Presidência de Pessoa Jurídica da instituição financeira entre 2011 e 2013, no primeiro mandato da então presidente Dilma Rousseff.


Ney Bello foi o relator do recurso apresentado pelo ex-ministro da articulação política do governo Michel Temer.


Em 12 de julho, o magistrado acolheu o pedido dos advogados de Geddel e deixou o peemedebista trocar a Papuda pela prisão domiciliar em Salvador. Na decisão em que autorizou o ex-ministro a sair da cadeia, o desembargador do TRF-1 havia determinado o uso de tornozeleira eletrônica para monitoramento. Mas os governos do Distrito Federal e da Bahia não tinham o equipamento disponível.


Na terça-feira (18), a 3ª Turma do TRF-1 confirmou a decisão individual de Ney Bello que liberou Geddel a cumprir prisão domiciliar. Sem tornozeleiras disponíveis, o tribunal determinou que o monitoramento – para garantir que ele não saia de casa – poderá ser feito por outros meios, mas não especificou quais. Geddel está sem tornozeleira desde que deixou a prisão na última quinta-feira (13).


“Ocorre que a leitura difusa do senso comum passou a ver na tornozeleira um símbolo, um ferro de gado, uma marca indelével de culpado. Algo como as placas que a Santa Inquisição impunha aos hereges para que desfilassem admitindo a culpa reconhecida pela Igreja”, afirmou o desembargador do TRF-1 na entrevista ao G1.


Bello ainda comentou as críticas a sua decisão de autorizar Geddel a ficar em prisão domiciliar. O magistrado disse que fez uma análise “técnica” do caso.


“A prisão domiciliar de Geddel foi rechaçada pelo senso comum, pelo desejo da população pelo encarceramento, e não por ser contrária à lei e ao direito.”




Medidas cautelares

Na terça-feira (18), a 3ª Turma do TRF-1 confirmou a decisão individual de Ney Bello que liberou Geddel a cumprir prisão domiciliar. Como não há tornozeleiras eletrônicas disponíveis para o ex-ministro, o tribunal determinou que o monitoramento – para garantir que ele não saia de casa – poderá ser feito por outros meios, mas não especificou quais.


Ao G1, Bello explicou que, diante da indisponibilidade do equipamento, caberá a um juiz federal de primeira instância definir como Geddel terá a prisão domiciliar monitorada. “A medida imposta é o recolhimento domiciliar, não é portar tornozeleira”, enfatizou.


Na entrevista ao G1, Bello afirmou que casos como o de Geddel “são quase diários” na “realidade judiciária brasileira”.


Quando não há tornozeleiras disponíveis no sistema penitenciário, ressaltou o magistrado, o monitoramento pode ser feito como ocorria antes da criação do equipamento, por meio de visitas esporádicas ou outra medida definida pelo juiz responsável pela execução penal.


“A Polícia Judiciária, neste caso a Polícia Federal, é que deverá fazer o monitoramento com os instrumentos que possuir. [O monitoramento] também poderá ser feito pela estrutura penitenciária”, ponderou Bello.

Volta para a prisão


Na entrevista, o desembargador observou que a decisão do TRF-1 proíbe que Geddel saia de casa, use telefone e entre em contato com qualquer outro investigado ou parentes de qualquer investigado.


Segundo Ney Bello, até o momento, não há registro de que o ex-ministro tenha descumprido as medidas cautelares desde que deixou a Papuda.


O magistrado destacou, entretanto, que, caso o peemedebista descumpra qualquer das medidas determinadas pela Justiça, “haverá retroação imediata e encarceramento”.


“Mesmo sem monitoramento eletrônico, ele [Geddel] nunca saberá se há um policial periodicamente à sua porta, ou em visitas não avisadas, ou se os sinais telefônicos estão monitorados”, observou o desembargador.


Para ele, a falta de tornozeleiras não pode barrar a autorização da prisão domiciliar.


“Alguém pode deixar de ser solto porque falta salário ao carcereiro para trabalhar e abrir a cela? Ou porque não há gasolina no camburão para retirar o preso do presídio?”, ironizou.


“Não faz sentido deixar de decretar a prisão domiciliar ou deixar de proibir qualquer acusado de se afastar de determinado local por incapacidade do Estado de fiscalizar a decisão judicial”, disse o desembargador. (G1)




Lula entre os mais ricos do país




Por Helio Gurovitz

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sempre fez questão de se apresentar como “homem do povo”. À moda de populistas em todo o mundo, vangloria-se de falar num idioma próximo do homem comum, repleto de metáforas futebolísticas e “causos” de botequim. Os alvos são sempre os mesmos: os banqueiros, as elites, a “mídia” e todos aqueles que acusa de ter preconceito contra um ex-retirante nordestino que chegou ao posto de maior poder no país.

Para seus opositores mais eloquentes, Lula é apenas um hipócrita que enriqueceu à custa da corrupção, um “bilionário” que mantém fortunas em contas secretas fora do país, onde acumula tudo o que surrupiou dos cofres públicos.

A condenação de Lula por corrupção tem contribuído para trazer um pouco de luzes para a discussão, ao ajudar a revelar a extensão de sua riqueza. Além de condená-lo a nove anos e meio de cadeia – sentença que só será cumprida se confirmada na segunda instância –, o juiz Ségio Moro mandou congelar bens em nome de Lula no valor de R$ 10 milhões.

Depois de bloquear R$ 606 mil em contas e aplicações bancárias, quatro imóveis e dois carros, a Justiça sequestrou ontem R$ 9,04 milhões de Lula, mantidos em planos de previdência privada no Banco do Brasil. A depender do valor dos imóveis o total dos ativos de Lula pode chegar perto de R$ 15 milhões – patamar que, segundo dados divulgados pela Receita Federal no ano passado, delimita o grupo de 0,1% da população com maior riqueza.

Impossível saber se o valor bloqueado por Moro corresponde a toda a fortuna de Lula. Ele foi condenado como proprietário oculto de um apartamento no Guarujá e ainda responde a processos por esconder em nome de terceiros propinas de R$ 12 milhões recebidas da Odebrecht, na forma do terreno usado para construir o Instituto Lula, de um sítio em Atibaia e outros agrados de menor monta.

O Lula que surge da Lava Jato não é o bilionário, dono de jatinhos e apartamentos em Nova York, Paris e propriedades em ilhas paradisíacas – esse é o perfil de Joesley Batista. É até possível que Lula acumule dezenas de milhões fora do país, fora do alcance direto de Moro e da Lava Jato. Por enquanto, contudo, as investigações têm revelado um padrão de riqueza mais compatível com um executivo de classe alta do que com um magnata: carros, meia dúzia de imóveis e R$ 10 milhões no banco.

A questão é: Lula teria como acumular tudo isso apenas com os vencimentos que recebeu ao longo da vida, do partido, de suas aposentadorias e dos cargos públicos que ocupou?

Para guardar R$ 9 milhões, supondo um rendimento real de 5% ao ano – compatível com os ganhos da Selic sobre a inflação –, um indivíduo da idade de Lula que tivesse começado a poupar aos 30 anos precisaria guardar R$ 5.865 por mês (em dinheiro de hoje) ao longo de 35 anos. Seria possível Lula ter mantido tais contribuições?

Claro que não. Seu dinheiro foi, contudo, encontrado em duas contas, uma com R$ 1,8 milhão em seu nome, outra em nome de sua empresa de palestras, a LILS, com R$ 7,19 milhões. É possível inferir que a segunda conta reúne os rendimentos polpudos de sua carreira de palestrante, iniciada depois que ele deixou o governo, enquanto a primeira acumula sua poupança ao longo da vida. Lula nega ter realizado palestras de fachada para disfarçar propinas e apresentou provas de ter feito várias delas.

Independentemente da dúvida que cerca essa carreira lucrativa, para guardar o R$ 1,8 milhão, alguém com o perfil e a idade de Lula precisaria ter poupado pouco menos de R$ 1.200 por mês ao longo de 35 anos. Não é um absurdo, mas certamente não é um rendimento acessível a um “homem do povo”, nem a ninguém que receba salário mínimo. Mesmo professores universitários ou gerentes de nível médio teriam dificuldade para manter tal poupança.

A condenação de Lula apenas confirma um fato que ele tenta a todo custo esconder atrás de sua retórica populista: ele tem um padrão de vida e uma riqueza compatíveis com uma vida de classe alta. Pertence, portanto, à mesmíssima elite que tanto insiste em atacar.




Roseana tem 10 pontos de vantagem sobre Flávio Dino em ITZ, diz pesquisa

A pesquisa de intenções de votos para o Governo do Estado realizada pelo Instituto Perfil – e divulgada ontem (20) pelo blog do Luís Pablo – aponta que, quando isolados apenas os questionários de Imperatriz, a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) tem larga vantagem sobre o governador Flávio Dino (PCdoB).
Segundo o levantamento, foram entrevistados 183 eleitores na cidade. Desses, 32,8% disseram votar em Roseana e apenas 21,3% em Flávio Dino.
O deputado estadual Eduardo Braide tem 8,2% e a ex-prefeita de Lago da Pedra Maura Jorge (Podemos) não pontuou.
Veja abaixo a pesquisa completa, município por município.

PF diz que Sarney, Jucá e Renan não obstruíram a Lava Jato


A Polícia Federal concluiu que o ex-presidente José Sarney e os senadores Romero Jucá (RR) e Renan Calheiros (AL), caciques do PMDB, não tentaram barrar a Operação Lava Jato. Em relatório ao Supremo Tribunal Federal (STF) sobre os áudios entregues pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, que gravou conversas com Sarney, Jucá e Renan, a PF sustenta que não há como comprovar o cometimento de crimes por parte do ex-presidente e dos senadores.
Nas reuniões com Machado – que fez delação premiada e ficou livre da prisão -, o tema predominante era o avanço da Lava Jato Segundo a PF, “intenção” não é obstrução de Justiça. A informação foi divulgada pelo repórter Marcelo Cosme, da Globo News, e confirmada pela reportagem do jornal O Estado de S. Paulo.
No relatório ao Supremo, a PF sugere um estudo mais aprofundado sobre os benefícios concedidos a Machado com a colaboração.

Juiz eleitoral de 1º grau não tem mais poder de afastar prefeito, diz presidente do TRE-MA

É garantida a permanência do titular no cargo, no caso prefeito e vice, até o julgamento de eventual recurso por instância superior.

                            Em sessão realizada na manhã desta quinta, 20 de julho, o desembargador Raimundo Barros, presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão,
                                        Explicação do Des, Raimundo Barros aconteceu na sessão desta quinta (20

Em sessão realizada na manhã desta quinta, 20 de julho, o desembargador Raimundo Barros, presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão, esclareceu que a Lei n.º 13.165/2015 deu nova redação ao parágrafo 2º do artigo 257 do Código Eleitoral, estabelecendo que o recurso ordinário interposto contra decisão proferida por juiz eleitoral ou TRE (em competência originária) que resulte cassação de registro, afastamento ou perda de cargo eletivo tem efeito suspensivo.
Com a nova redação, a legislação eleitoral passou a garantir a permanência do titular de mandato eletivo no cargo que ocupa, na hipótese de procedência dessas ações, até o julgamento de eventual recurso pela instância superior. Assim, a simples apresentação do recurso ordinário automaticamente suspende os efeitos da decisão de cassação de mandato.
Por fim, ressaltou, que a atuação do Poder Judiciário na prestação jurisdicional, e em especial a do juiz Sebastião Bonfim no processo 764-91, membro efetivo da Corte Eleitoral maranhense, apenas refletiu o novo regramento da legislação acima referenciada, seguindo, portanto, o devido processo legal

Tecnologia do Blogger.