EM CHAPADINHA ACONTECE A II CONFERÊNCIA MUNICIPAL DA IGUALDADE RACIAL

ENQUANTO A COR DA PELE FOR MAIS IMPORTANTE QUE O BRILHO DOS OLHOS, HAVERÁ GUERRA.

COM A PRESENÇA DE MUITAS PESSOAS NO AUDITÓRIO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CHAPADINHA, ACONTECEU HOJE A II CONFERÊNCIA MUNICIPAL DA IGUALDADE RACIAL.
Artigo 20 da Lei do racismo-lei 7.716/1989
Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência.
PENA: reclusão de um a três anos e multa.



FORMAÇÃO DA MESA




















O NOTA 10 MOSTRANDO RESPONSABILIDADE E COMPROMISSO

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E quem perdeu que chore, eu vou seguir em frente em busca de novos caminhos e com a certeza de dias melhores para o nosso município! 

Apesar das grandes dificuldades que passa a maior parte dos municípios brasileiros, Dr. Magno Bacelar cumprindo compromissos de campanha, consegue efetuar o pagamento dos salários da maior parte dos servidores antecipadamente, isso é compromisso, isso é responsabilidade.

STF Decide Enviar Denúncia Criminal Contra Temer Para A Câmara Dos Deputados.

A maioria dos ministros Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (20) manter o trâmite da nova denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República (PGR) contra Michel Temer (PMDB) mesmo que as investigações sobre a validade da delação da JBS não tenham sido concluídas. A PGR pediu a abertura de ação penal contra o presidente pelos crimes de obstrução de Justiça e organização criminosa.
Com a decisão do STF, a denúncia fica liberada para ser encaminhada à Câmara dos Deputados. Votaram pela rejeição da questão de ordem levantada pela defesa de Temer: Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Luis Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski. Toffoli divergiu em parte sobre a decisão monocrática de Fachin, mas votou pelo envio da denúncia à Câmara
A acusação contra Temer usa, entre outras provas, a delação da JBS para embasar as suspeitas sobre os crimes. Mas a divulgação de um áudio que indica a atuação supostamente irregular de um ex-procurador da República que atuou ao lado do ex-procurador Rodrigo Janot colocou em suspeição a utilização das informações levantadas pelos delatores da JBS.
Fachin, relator do caso, votou pela rejeição do pedido de defesa de Temer. “Não cabendo a essa Corte o juízo de admissibilidade sobre a denúncia antes do exame da Câmara, igualmente entendo que não cabe proferir juízo antecipado de teses defensivas”, defendeu. Para o ministro-relator, a Câmara fará um juízo-político e é função do STF fazer um juízo técnico-jurídico se e após os deputados autorizarem a análise da denúncia.
A abertura de ação penal precisa da autorização da Câmara para prosseguir no Supremo. O presidente da República em exercício, Rodrigo Maia (DEM-RJ), declarou que a Câmara dos Deputados vai cuidar da denúncia apenas após o Supremo decidir se paralisa ou não o trâmite da ação enquanto as apurações sobre a delação não forem encerradas.
A defesa de Temer também tenta no STF que a denúncia seja devolvida à PGR para que seja reexaminada pela nova procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que iniciou o mandato nesta semana. A peça de acusação foi feita sob a gestão de Janot, que deixou o comando do Ministério Público Federal no domingo (17).
O relator da Lava Jato, Edson Fachin, já indeferiu o pedido dos advogados do presidente, mas a defesa recorreu ao plenário. A tendência é que esse pedido também seja rejeitado, pois a maioria dos ministros argumenta que não cabe à Corte analisar questões relacionadas à denúncia sem que antes a Câmara autorize seu trâmite.

Dodge Foi Contra Barrar Envio Da Denúncia De Temer À Câmara


A nova procuradora-geral, Raquel Dodge, encaminhou manifestação aos ministros do STF antes do início do julgamento em que se posicionou contra o pedido da defesa de Temer para barrar o envio da denúncia à Câmara. Ela participou nesta quarta de sua primeira sessão no STF à frente do Ministério Público.
Raquel apontou, no memorando, que “não há lugar para impugnar a viabilidade da denúncia” antes da decisão da Câmara dos Deputados. A denúncia contra Temer por obstrução de justiça e organização criminosa foi enviada ao STF pelo ex-procurador-geral Rodrigo Janot, no penúltimo dia útil de seu mandato. Esta é a primeira manifestação da procuradora-geral, que sucede Janot, sobre o tema.
“A Constituição é rigorosa. As etapas e as instâncias de decisão estão bem delineadas. Não há lugar para impugnar a viabilidade da denúncia fora desse rito constitucional antes da decisão da Câmara dos Deputados”, disse ela.

Flávio Dino corre o risco de perder eleição no primeiro turno e Maura Jorge pode ser vice de Roseana

Os leões estão rugindo madrugada à dentro na porta do Palácio do Governo. O que era um sonho, virou insônia, desespero, e pesadelo. Tudo por conta do projeto de reeleição do governador Flávio Dino que começou a fazer água. Recente pesquisa da Escutec aponta a ex-governadora Roseana liderando e a soma dos candidatos da oposição juntos chega a 60%,o que significará um segundo turno nada animador para os comunistas, se houver. 
O receio maior no círculo duro do governo é que se viabilize até maio uma aliança entre o PMDB e o Podemos, com Roseana Sarney na cabeça e Maura Jorge de vice. De acordo com a pesquisa Escutec, que ouviu 2020 pessoas entre os dias 5 a 9 deste, Roseana Sarney detém dos votos válidos 44% das intenções, enquanto Flávio Dino aparece com 39,3% Roberto Rocha 10,7% e Maura Jorge 6%.
Então, se a eleição fosse hoje, a soma de Roseana com Maura Jorge cravaria em 50% dos votos válidos, faltando apenas um voto para ganhar no primeiro turno. Pois é bem aí que o Palácio dos Leões enxerga o perigo.
Como Roseana ainda nem confirmou que é pré-candidata, assusta a turma do governador e tira o sono de Flávio Dino quando ela sair confirmando por todo o Maranhão que vai entrar na disputa. Lógico, a tendência é aumentar nas intenções de votos.
Além disso, os votos que hoje estão abertamente declarados em Maura Jorge, na ausência dela na disputa como candidata ao governo, não migram para Flávio Dino, pois se identificam mais com Roseana.
O senador Roberto Rocha, faltando ainda um ano e 15 dias para o pleito de outubro de 2018 pode, sim, surpreender. Na eleição municipal de 2014 tivemos fenômenos como João Dória em São Paulo e o atual prefeito de Belo Horizonte. Tudo é possível. Mas em um eventual segundo turno, dificilmente os eleitores do senador irão para a banda dos comunistas.
A análise não exige muito esforço, ainda mais se a eleição chegar ao final se configurando como plebiscitária. Roseana Sarney, que é a legítima representante da família e do seu grupo político, poderia ter colocado o pijama e pendurado as chuteiras, mas foi resgatada pelo próprio Flávio por governar com os olhos sempre no retrovisor ou pelo desempenho que consegue ser pior que o de sua adversária.

Ministro diz que Roseana não cometeu irregularidade com verba de enchentes

De O Estado
O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, emitiu na segunda-feira, 18, um ofício que desmente informação divulgada há uma semana pela imprensa ligada ao governador Flávio Dino (PCdoB) dando conta de suposta auditoria apontando desvios de recursos no governo Roseana Sarney (PMDB).
Segundo o documento, o processo que culminou com a liberação de verbas de R$ 35 milhões para execução de obras e ações emergenciais no Maranhão, no ano de 2009, após enchentes que atingiram 68 municípios, nunca passou por qualquer auditoria da pasta.
“Esclareço não ter sido o referido processo objeto de auditoria, nem constatar qualquer irregularidade a pessoa de Vossa Senhoria quando no exercício do cargo de Governadora do Estado do Maranhão”, diz Barbalho, que assinou o ofício.
A informação oficial do Ministério da Integração Nacional encerra uma suspeita levantada pela mídia ligada ao Palácio dos Leões e endossada pelo próprio Flávio Dino: a de que Roseana teria atuado para desviar recursos do governo federal enviados ao Maranhão durante as graves enchentes de 2009.
Diante da ampla divulgação das supostas irregularidades, o governador chegou a recorrer à redes sociais, em sua página pessoal, para condenar a adversária. No dia 10 de setembro, após as primeiras publicações acusando Roseana, Dino foi à internet manifestar-se sobre o assunto.
“Registro minha indignação com aqueles que no Maranhão tiveram a coragem de roubar dinheiro destinado a vítimas de enchentes. Repugnante. Infelizmente não devemos nos surpreender com o que essa gente é capaz. Mas até dinheiro de vítimas de enchentes é realmente abjeto”, disse, numa espécie de endosso das falsas denúncias.
Flávio Dino condena Roseana: vai se retratar?
Ligações
A denúncia dos governistas foi vista por membros do PMDB como parte de um enredo para tentar ligar o nome da a ex-governadora Roseana Sarney ao de Geddel Vieira Lima, que foi novamente preso há duas semanas.
As suspeitas dos peemedebistas assentam-se no fato de que as notícias sobre o suposto desvio de recursos do Ministério da Integração Nacional – que em 2009 era comandado por Geddel – começaram a ser publicadas e replicadas pelos comunistas apenas após dias após a apreensão de R$ 51 milhões em dinheiro vivo que haviam sido escondidos pelo ex-ministro em um apartamento no centro de Salvador (BA).
De posse do documento que a isenta de qualquer irregularidade no caso, Roseana Sarney deve agora buscar reparação pelos danos sofridos nos últimos dias.

VEM BOMBA! Irmão De Geddel Aparece Em Brasília E Dá A Entender Delação Premiada

O deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) apareceu nesta terça-feira (19) em Brasília pela primeira vez após a prisão do irmão dele, o ex-ministro da Secretaria de Governo Geddel Vieira Lima, e disse ao Blog que Geddel se defenderá nos autos.
“Sempre defendi que todo cidadão brasileiro, quando sofre uma acusação, deve ter o benefício da dúvida e o amplo direito de defesa. E é isso que espero do Judiciário brasileiro: que dê a ele o amplo direito de defesa, que será manifestado nos autos”, afirmou.
O deputado não quis responder a nenhum dos questionamentos sobre uma possível delação premiada de Geddel Vieira Lima ou perguntas relacionadas à prisão do ex-ministro.
Geddel foi preso após a revelação de que usava um apartamento em Salvador no qual guardava R$ 51 milhões.
Perguntado pelo Blog sobre se havia conversado com Temer após a prisão de Geddel, Lúcio Vieira Lima disse que não. Também afirmou que não foi visitar o irmão na prisão.
O deputado disse que a prioridade dele agora é cuidar da família, da mãe, de 80 anos, e do mandato.
Lúcia disse que esta é a primeira vez que esteve em Brasília após a prisão do irmão e que vai participar das discussões na Câmara sobre a reforma política.
Blog da Andreia Sadi

PROCURADORIA GERAL DA JUSTIÇA MILITAR DIZ QUE NÃO HÁ CRIME NA FALA DO GENERAL MOURÃO: ‘NENHUM ILÍCITO PENAL PREVISTO NO CÓDIGO PENAL MILITAR’


Embora setores da esquerda estejam exigindo veementemente a prisão do general Hamilton Mourão, por dizer que o Exército deve agir se o Judiciário não cumprir sua função de afastar os corruptos do poder, a Procuradoria Geral da Justiça Militar informou que analisou a fala de Mourão e não encontrou “nenhum ilícito penal previsto no Código Penal Militar”.

Políticos Temem Possível Candidatura De General Mourão A Presidência Ou Aliança Com Bolsonaro Em 2018


Alguns políticos e até comandantes das FFAA temem uma possível candidatura ou  uma união entre Jair Messias Bolsonaro eo General Hamilto Mourão.
Michel Temer, Raul Jungmann e Eduardo Villas Bôas estão encalacrados.
Não sabem o que fazer com o general Antônio Hamilton Mourão, que disse, em alto e bom som, na ultima sexta-feira, que as Forças Armadas podem “impor” uma solução militar, caso o Judiciário não consiga resolver o problema da corrupção. “Por que não vamos derrubar esse troço todo”? pergunta em dado momento. Esse questionamento, segundo ele, é feito também pelos seus colegas do Alto Comando do Exército.
Não foi a primeira vez que o general, lotado na Secretaria de Economia e Finanças do Exército, deu declarações criticando a classe política. Em outubro de 2015, ele foi afastado do Comando Militar do Sul por falar para militares da reserva que o País precisava “despertar para uma luta patriótica”. Um mês antes atacou a então presidente Dilma Roussef.
A coluna apurou que o comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas, está receoso em tomar uma medida mais drástica contra o general para não transformá-lo em herói da tropa. Defensor ferrenho da Constituição, Villas Bôas ficou irritado com Mourão, mas optou pelo silêncio. O ministro da Defesa, Raul Jungmann, e Michel Temer também preferem que o caso seja esquecido imediatamente.
 Embora não haja inquietude nos quartéis, Villas Bôas tem consciência de que uma punição a Mourão poderia aumentar o clima de insatisfação com a diminuição dos recursos destinados às Forças Armadas.

Mourão vai para a reserva em março. Até lá, deve aumentar o tom do seu discurso contra a classe política. Não está descartada uma eventual candidatura do general à sucessão de Temer.

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