Roberto Rocha: ‘O que me incomoda mais não é o que Bolsonaro fala, é o que o PT fez e faz’

 Publicado em 11 de setembro de 2021 por 

Do senador Roberto Rocha (PSDB), em contato com o Blog do Gilberto Léda, sobre a possibilidade de discussão de um impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

“Dos cinco presidentes eleitos pelo voto popular, dois foram cassados. Falar em cassar o terceiro é uma irresponsabilidade muito grande. Quem dá o poder é o povo. É, também, quem o tira quando cansa. Não conheço nenhum presidente eleito com mais legitimidade popular que Jair Bolsonaro. Não teve coligação, dinheiro, marqueteiro e foi eleito. Talvez por isso seja também o mais atacado pela elite política brasileira. O que me incomoda mais não é o que Bolsonaro fala, é o que o PT fez e faz”

A transição e a Constituição

 Publicado em 12 de setembro de 2021 por 

Por José Sarney

Na noite da agonia de Tancredo colocaram o dilema político de quem devia assumir a Presidência da República. A minha decisão de só assumir com Tancredo Neves é de todos conhecida. Alguns segmentos políticos pensavam que deveria ser o Ulysses Guimarães. Mas este, como grande homem público, encerrou a discussão tendo comigo o seguinte diálogo, tantas vezes repetido: “Não assumo porque a Constituição determina que é o Vice-Presidente”, e incisivamente me disse: “Sarney, não queira criar caso, lutamos para chegar até aqui, você não tem o direito de nos criar agora qualquer dificuldade. A Constituição determina que é você que deve assumir a Presidência.”

Assim fui Presidente pela força da Lei Maior: a Constituição.

Participei, por vezes como figurante, algumas vezes como protagonista durante mais de um terço do tempo da construção de nossa democracia, que começou em 1822. A Independência foi o primeiro passo bem-sucedido para escaparmos não só da condição colonial — que formalmente deixáramos em 1815 —, mas também da autocracia a que fôramos submetidos por mais de 300 anos. A obra dos nossos fundadores, sintetizados na figura de José Bonifácio, é a de instituir um país sob a regência da Lei, um Estado de Direito. A herança de 1822 é a Constituição de 1824.

O mesmo espírito inspirou os construtores das Cartas Constitucionais de 1892, 1934, 1945. Houve retrocessos, como a Constituição do Estado Novo. Vi o suicídio de um Presidente acuado por grave crise governamental. Vi, já Deputado, um Ministro da Guerra colocar tanques contra um Presidente desarmado. Vi a resistência de Juscelino Kubitschek a levantes armados. Vi, de muito perto, o desastre da tentativa de Jânio Quadros de sobrepor sua vontade à do Congresso Nacional por intermédio de hipotéticos “braços do povo”. Parlamentarista, vi a imposição, contra meu voto, de um parlamentarismo que era uma simples diminuição do mandato de João Goulart.

Durante a transição para a democracia coube-me a tarefa, honrosa e patriótica, de Comandante em Chefe das Forças Armadas. Com elas estabeleci duas diretrizes: a de que, devendo todo comandante zelar por seus subordinados, cabia-me defender as Forças Armadas — e isso o fiz, garantindo que não se fizessem contra essa Instituição vendetas ou diminuições; em segundo lugar, afirmei que a Transição Democrática seria feita com as Forças Armadas, e não contra elas.

Faz 34 anos. Nunca, em nossa História, tivemos tanto tempo de regime democrático sem um pronunciamento militar. O respeito que juramos à Constituição tem nele seu ponto basilar, cabendo ao Supremo Tribunal Federal a sagrada missão de ser seu guardião (art.102 da Constituição Federal).

Assim, como testemunha e protagonista da História da Democracia no Brasil, peço que lembremos Rui Barbosa: “Fora da lei não há salvação”.

‘Não esperamos que aconteça’, diz Juscelino sobre impeachment de Bolsonaro

 Publicado em 12 de setembro de 2021 por 

Em entrevista realizada na tarde desta sexta-feira (10) ao programa Panorama, da Rádio Mirante AM, o deputado federal Juscelino Filho (DEM) analisou o atual cenário político em Brasília após o feriado do dia 7 de setembro, onde apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), incentivados por ele, continuaram a defender pautas consideradas antidemocráticas, como o fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF). O clima de instabilidade política aumentou ainda mais após o evento.

Para o parlamentar, não há clima de se iniciar um processo de impeachment contra Bolsonaro, mesmo com os 131 pedidos de cassação de mandato do presidente registrados até o momento.

“Acredito que não há maioria para isso nesse momento, mas isso não significa que não possa se formar, vai depender muito dos próximos capítulos. Nós não esperamos que isso aconteça, porque sabemos o quanto isso é traumático e quem sai mais prejudicado no processo de impeachment é a nação. Esperamos que não chegamos a esse ponto, que se resolva isso nas urnas em 2022”, disse.

O deputado também falou sobre a sua relatoria na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) na Câmara dos Deputados.

“Fiz um trabalho em um tempo muito curto para essa relatoria. A Comissão de Orçamento, que era para ter sido instalada em março para abril, só foi instalada em Junho. Eu tive quinze dias para poder preparar um relatório de uma lei gigante, muito importante, que traça todas as diretrizes para construção do nosso orçamento para o ano que vem. Lá nós abordamos diversos assuntos, assuntos importantes, como por exemplo: lá nós priorizamos a retomada de verdade de um programa habitacional nacional. Nós estamos no meio do terceiro ano do governo e não existiu política habitacional no nosso país nesses anos. Antigamente existia o Minha Casa Minha Vida de verdade, as pessoas recebiam a moradia. O déficit habitacional caiu muito no Minha Casa Minha Vida, mas ainda há muita carência por moradia no nosso Estado. O Maranhão é o estado onde nós temos ainda o maior déficit habitacional do Brasil. O presidente, no ano passado, lançou um programa chamado Casa Verde Amarela, onde simplesmente mudou de nome o Minha Casa Minha Vida para Casa Verde Amarela, e está tentando concluir o que faltava ainda de entrega de alguns conjuntos que já estavam em andamento. O que a gente vê é uma entrega aqui e outra lá que o ministro vem entregar, já veio umas duas vezes entregar um residencial aqui no Maranhão. São obras do Minha Casa Minha Vida que eles estão entregando como Casa Verde Amarela, mas não há um novo conjunto habitacional lançado de verdade”, disse o parlamentar.

PREFEITA BELEZINHA E A INDEPENDÊNCIA DA PÁTRIA AMADA BRASIL

 

                                         Foto ilustrativa antes da pandemia, por isso sem a mascara!

A Prefeita Belezinha ontem quando da homenagem Cívica aos 199 anos da Independência do Brasil, agradeceu a todos que ali se faziam presentes e afirmou que continuará na luta por dias melhores por nossa Chapadinha, que apesar dos momentos díficeis em que passamos com essa pandemia, ela soube com muita cautela superar os obstáculos e não deixar nossa cidade em Pânico. Já no pronunciamento do nosso Secretário de Articulação Política e Pré Candidato a Deputado Estadual Aluisio Santos que terá o apoio da Prefeita Belezinha e do Pré Candidato ao Governo do Estado, Josimaar de Maranhãozinho, e de muitas outras autoridades municipais e Estaduas, ele parabenizou os 199 anos da nossa Independência e afirmou já agradecendo à Prefeita Belezinha pelos serviços prestados, falando que apesar da Pandemia, nunca parou de trabalhar um minuto, asfaltando a cidade, reformando prédios públicos e arrumando as estradas vicinais.

Após o encerramento das festividades Cívicas, foi oferecido aos presentes um café regado com muito bolo, sucos e frutas tudo na mais simplicidade possível.

Valeu Prefeita Belezinha, é assim que tem que ser mesmo, a popularidade acima de qualquer outra coisa!


 

Despachado por Lula, Dino volta a falar em ser vice do petista

 

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), voltou a mencionar seu desejo de ser candidato a vice-presidente numa chapa com o ex-presidente Lula (PT).

Em entrevista ao UOL News, ele afirmou que seria uma honra ser candidato a vice na chapa do petista, “se houvesse uma convergência”.

Ele ainda declarou que é “um torcedor da terceira via”, que, para ele, seria positivo para o Brasil: “Isolaria a barbárie, mas [terceira via] tem dificuldade de união”.

Ocorre que o próprio Lula já “despachou” Dino.

Durante sua passagem por São Luís, na semana passada, o ex-presidente respondeu a questionamento sobre a possibilidade de o governador maranhense compor a sua chapa (reveja).

Ele brincou que o socialista deve “entrar na fila”, uma vez que já foram cogitados 11 nomes de lideranças políticas e ex-ministros de Governo, para o posto. Mas ressaltou que prefere o gestor estadual no Senado.

“A imprensa já me indicou 11 vices. Você vai entrar na fila”, declarou, dirigindo-se ao governador maranhense. Lula falou, na sequência, sobre os motivos que o levam a preferir Dino no Senado.

“Quem me conhece sabe que às vezes eu digo o seguinte: eu trocaria um senador por um governador. Sabe o que acontece? Um governador, quando ele toma posse, ele fica preocupado com a administração, ele às vezes, precisa de relação com o governo federal, porque ele precisa de recursos, ele é mais humilde. Mas um senador vira um deus. E, por isso, eu quero muitos senadores no Congresso Nacional. É preciso ter muitos senadores no Congresso Nacional, e muitos deputados federais”, destacou Lula, dando a entender, em seguida, que, se eleito presidente, pode ter Dino na sua equipe de ministros.

“Eu, sinceramente, não sei por quanto tempo o Flávio Dino ficará no Senado”, concluiu.

fonte https://gilbertoleda.com.br/

Sob pressão, Dino concorda em passar MA-006 ao governo federal

 

Depois de muito pressionado, sobretudo pelo senador Roberto Rocha (saiba mais), o governo Flávio Dino (PSB) decidiu concordar com a federalização da MA-006 no trecho de 241,7 km entre os municípios de Balsas e Alto Parnaíba.

O objetivo é garantir que o governo Jair Bolsonaro recupere a via, importante para o escoamento da produção de soja do sul do Maranhão.

Após o aval do Estado, nesta semana a Assembleia Legislativa aprovou, em primeiro turno, o Projeto de Lei 385/2021, que aprova a declaração de concordância do Poder Executivo integrando o trecho da MA-006 à malha rodoviária federal.

Na mensagem encaminhada à Assembleia Legislativa, o governador Flávio Dino explica que o trecho coincide com rodovia federal planejada, conforme ofício da Superintendência Regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes no Maranhão. Argumenta, ainda, que a Constituição Federal estabelece a competência da União para definir princípios e diretrizes para o Sistema Nacional de Viação.

fonte gilbertoleda.com.br

Surge Aluisio Santos, Articulador político no Governo Belezinha provável candidato a Deputado Estadual, homem sério e de muita responsabilidade!

 

Será ele o novo líder político em Chapadinha? Não será nenhuma surpresa se ele por ventura vier a ser candidato a Deputado Estadual sendo apoiado pela atual gestora, Belezinha, ela que obteve um pouco mais de 16.000 votos, podemos dizer que foi uma baluarte na eleição passada, mesmo perdendo várias lideranças políticas como  Dr.Talvane, Isaias fortes e muitos outros, ela soube dá a volta por cima e recuperar o que perdeu em termo de sufrágios (votos). Ela obteve 16.035 votos em 2016 já em 2020 obteve 16.846 votos o que significa dizer que mesmo perdendo várias lideranças políticas, ainda superou a quantidade de votos da eleiçao passada, com isso, se a Prefeita Belezinha resolver apoiar o Secretário Aluísio e com as novas adesões surgindo, será um forte candidato a assumir uma cadeira na Assembléia Legislativa do Maranhão! 
Mas vamos ser cautelosos e aguardar os acontecimentos, principalmente a definição da Prefeita Belezinha com suas tratativas políticas!

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O jogo político só está começando e um novo lider parece está chegando!

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