Na zona rural de chapadinha, quebradeiras de coco criam associação buscando a valorização do seu trabalho.
fonte http://www.tvmucambo.com/
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Fantástico vai escarafunchar convênios no MA e deputados eleitos estão no rolo
O repórter Eduardo Faustini, aquele que faz grandes matérias para a Rede Globo sobre corrupção e desvio de dinheiro no Brasil, notadamente em cidades Nordestinas, tem em mãos uma catatau de documentos que envolvem convênios entre secretarias e prefeituras. Boa parte foi para financiar campanhas de deputados eleitos agora em 2014.
Conforme provas comprobatórias, convênios que não foram executados e os recursos liberados, ajudaram a eleger para deputados federais Hildo Rocha em várias cidades e Juscelino Filho. E para estadual Andréa Murad, filha do secretário de Saúde, Ricardo Murad.
Sobre a participação de Hildo Rocha, que teve uma votação fantástica, o Blog vai mostrar alguns amanhã. Ele já anunciou que dará entrada na Câmara Federal a um projeto para intimidar e calar blogueiros, uma afronta à liberdade de expressão.
Em Cajari, por exemplo, do prefeito Dr. Joel, do PRB, são inúmeros os convênios que a população aguarda até hoje a execução das obras.
Naquela cidade, a Secretaria de Desenvolvimento Social conveniou para fazer uma estrada vicinal da ordem mais de R$ 2 milhões (veja o contrato abaixo) e nada. O secretário da Sedes é Fernando Fialho, por acaso genro do deputado federal eleito Juscelino Filho que foi votado pelo prefeito.
A estrada vicinal continua aguardando a obra prometida. Até agora só os recursos chegaram. Então, não se surpreendam quando o Fantástico peguntar “Cadê o Dinheiro que Estava Aqui?”. Em Cajari Andréa Murad também foi votada pelo prefeito.
Nos próximos dias o Blog do Luis Cardoso vai colaborar com a produção do programa global, mostrando convênios e obras não executadas. Aguardem!
Fantástico investiga denúncia de desvio de R$ 9 milhões no Maranhão
Vai começar agora a saga de um repórter que decidiu sair pelo Brasil para radiografar uma praga chamada corrupção. Por que o dinheiro público, que devia ir para a saúde, para a educação, para o saneamento, some, sem qualquer explicação?
O nosso repórter não pode mostrar o rosto, porque o anonimato é indispensável para o trabalho dele. Por onde passar, esse repórter secreto vai querer saber: “cadê o dinheiro que estava aqui?”
Eduardo Faustini, também conhecido como o repórter secreto, tem uma missão: investigar o roubo do dinheiro público, seja onde for, em qualquer canto do país, em qualquer cidade, grande ou pequena.
Não importa: onde houver corrupção, a qualquer momento, o repórter secreto pode aparecer e fazer a pergunta que todos os brasileiros de bem gostariam de fazer: cadê o dinheiro que estava aqui?
Cadê o dinheiro que estava em Anajatuba, uma cidade de 25 mil habitantes no norte do Maranhão? Como toda cidade, Anajatuba precisa contratar empresas prestadoras de serviço e fornecedoras de produtos. E para contratar prestadores e fornecedores, a prefeitura precisa gastar dinheiro. Dinheiro público, evidentemente.
No ano passado, quatro empresas contratadas pela prefeitura de Anajatuba receberam juntas R$ 9 milhões, mas esse dinheiro da prefeitura foi desviado e quem descobriu a falcatrua foi o vice-prefeito Sidney Pereira.
Fantástico: Cadê o dinheiro que estava aqui?
Sidney Pereira, vice-prefeito de Anajatuba: Aí só quem pode explicar é o prefeito.
Sidney Pereira, vice-prefeito de Anajatuba: Aí só quem pode explicar é o prefeito.
O vice-prefeito checou documentos, descobriu que houve desvio de dinheiro e fez a denúncia à Polícia Federal (PF) e ao Ministério Público (MP).
“Se trata de milhões. Milhões que deveriam estar sendo usados no município de forma mais justa junto com aquelas pessoas que realmente precisam”, disse Sidney Pereira.
Muita gente realmente precisa desses recursos em Anajatuba, até mesmo para alimentar as crianças na escola, onde nem sempre tem água.
Fantástico: Se não pegar água no poço não tem merenda.
Adozinda Pereira, merendeira: Não, porque tem dia que não dá, e aí a gente tem que fazer a merenda, não é? A gente tem que fazer a merenda.
Adozinda Pereira, merendeira: Não, porque tem dia que não dá, e aí a gente tem que fazer a merenda, não é? A gente tem que fazer a merenda.
“Quando não tem a merenda, eu mando que as professoras despache antes do horário, porque as crianças não pode ficar com fome”, afirma Marenice Pereira, diretora da escola.
Quando entra em uma investigação, o repórter secreto tem um lema: siga o dinheiro. Ele seguiu.
Das quatro empresas contratadas pela prefeitura de Anajatuba, a que levou mais dinheiro se chama A4. Em 2013, a A4 fechou um contrato de R$ 6,5 milhões para alugar carros e máquinas.
O repórter secreto foi até a sede da empresa.
Fantástico: A gente está procurando a A4.
Paulo Moisés de Albuquerque, filho do dono do imóvel alugado pela empresa A4: Era aí.
Fantástico: Era, não é mais.
Paulo Moisés de Albuquerque, filho do dono do imóvel alugado pela empresa A4: Era aí.
Fantástico: Era, não é mais.
Fantástico: Essa empresa funcionou durante quanto tempo aqui?
Paulo Moisés de Albuquerque: Um ano e meio.
Fantástico: E que que funcionava aí?
Paulo Moisés de Albuquerque: Nada. Funcionava nada, não. Ficava fechado. Só fachada.
Paulo Moisés de Albuquerque: Um ano e meio.
Fantástico: E que que funcionava aí?
Paulo Moisés de Albuquerque: Nada. Funcionava nada, não. Ficava fechado. Só fachada.
Uma empresa de fachada recebe milhões da prefeitura. Aí tem.
“Essa empresa, na verdade, ela só entra na emissão das notas fiscais”, conta Sidney Pereira, vice-prefeito de Anajatuba.
O repórter secreto deu mais um passo e foi atrás de um homem que aparece como sócio da A4: Raimundo Nonato Silva Abreu Júnior. Ele está sendo investigado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público, mas nega que seja empresário: “Sou taxista sindicalizado”, diz Raimundo.
Raimundo diz que trabalhou apenas como motorista do dono da A4.
Fantástico: E por que usaram teu nome?
Raimundo: Pra não aparecerem. E eu fui descobrir depois de muito tempo.
Raimundo: Pra não aparecerem. E eu fui descobrir depois de muito tempo.
O homem está tenso. Desde que o vice-prefeito fez a denúncia, Raimundo se sente ameaçado por aquele que seria o chefe do esquema, por isso anda armado.
Raimundo: Eu vim até armado.
Fantástico: Nós somos jornalistas da TV Globo.
Raimundo: Rapaz, eu vou pra matar ou pra morrer.
Fantástico: Nós somos jornalistas da TV Globo.
Raimundo: Rapaz, eu vou pra matar ou pra morrer.
Daqui a pouco aparece o pai de Raimundo. Ficou desconfiado do nosso repórter. Ele também é taxista. Ele também está armado, por baixo da camisa.
Pai de Raimundo: Eu vim preparado.
Fantástico: Nós somos jornalistas, já nos identificamos com ele. TV Globo.
Fantástico: Nós somos jornalistas, já nos identificamos com ele. TV Globo.
Aí o Raimundo pai se acalma e guarda a arma no carro. Ele diz que veio defender Júnior. “O cara é inocente, então… Pegar, fazer uma molecagem dessa. Um caboco desse merece a gente dar um tiro na cara dele”, disse.
Mas se Raimundo filho não é dono da empresa, quem é? Ouvimos pela primeira vez o nome de quem seria o verdadeiro dono dessa empresa: Fabiano de Carvalho Bezerra.
O repórter secreto vai agora à sede de outra empresa contratada pela prefeitura no ano passado. É a MR Serviços. Valor do contrato: R$ 855 mil. Para coleta de lixo.
Fantástico: Esse endereço aqui, ó, Avenida Cafeteira, 1413, em Raposo, é o da senhora, né?
Senhora: É, mas aqui não tem comércio, não.
Fantástico: A senhora mora aqui há quantos anos?
Senhora: Uns 17. Essa casa que eu levantei, aqui era uma lagoa. Só mato quando eu comprei o terreno. Você acredita?
Senhora: É, mas aqui não tem comércio, não.
Fantástico: A senhora mora aqui há quantos anos?
Senhora: Uns 17. Essa casa que eu levantei, aqui era uma lagoa. Só mato quando eu comprei o terreno. Você acredita?
Depois das denúncias do vice-prefeito, a MR Serviços, uma empresa fantasma, foi substituída pela RR Empreendimentos supostamente para prestar os mesmos serviços de coleta de lixo.
O repórter Eduardo Faustini foi então até a sede da empresa, que fica em uma cidade vizinha: Raposa, também na Bahia. Em Raposa, o repórter secreto ouviu mais uma vez o nome do homem que estaria por trás do desvio de dinheiro da prefeitura.
Fantástico: Você trabalha aqui?
Funcionário: Trabalho.
Fantástico: Quem é o dono?
Funcionário: Fabiano.
Fantástico: Fabiano? Fabiano de quê?
Funcionário: Bezerra.
Funcionário: Trabalho.
Fantástico: Quem é o dono?
Funcionário: Fabiano.
Fantástico: Fabiano? Fabiano de quê?
Funcionário: Bezerra.
Fabiano Bezerra. Daqui a pouco vamos voltar a esse nome.
Do lado da RR, fica mais uma empresa: a construtora Construir. A Construir teve em 2013 contratos no valor de R$ 1,4 milhão. Para reforma de escola e obras em estradas vicinais.
“Essa empresa nunca teve no município”, disse o vice-prefeito.
E afinal? O que o prefeito tem a dizer sobre isso?
“Essas empresas que foram objeto já de denúncias anteriores não trabalham mais para prefeitura de Anajatuba”, afirma Hélder Aragão, prefeito de Anajatuba/MA.
Não trabalham mais porque o atual vice-prefeito foi quem denunciou às empresas ao Ministério Público e à Polícia Federal. Mas uma delas ficou.
“Não sei se ainda tem. Acho que ainda tem uma empresa, acho que é a A4, não é? Que ainda presta serviço pra Anajatuba”, disse o prefeito.
O senhor prefeito ainda é alvo da investigação da Polícia Federal por outro motivo: segundo o depoimento de um funcionário da prefeitura, ele teria fraudado dinheiro do ensino público. Em 2013, Anajatuba tinha 5.500 alunos, mas enviou ao Governo Federal uma lista com cerca de 6 mil crianças. Isso porque…
Fantástico: Quanto mais aluno…
Vice-prefeito: Mais dinheiro entra.
Vice-prefeito: Mais dinheiro entra.
“Ele tinha apenas dois anos de idade, quando ele foi matriculado”, disse Roberta Dutra, mãe de menino matriculado indevidamente.
E agora, prefeito? “Esse erro, esse erro, foi algo que não proposital”, disse ele.
Quando essas crianças da lista começarem realmente a estudar, tomara que não encontrem a realidade vivida pelos alunos da Escola Municipal Maria Oliveira Bogea. Veja no vídeo acima as condições em que a merenda é feita lá.
Fantástico: A senhora pega água?
Funcionária: Pego. Agorinha vim do poço. Esses baldes d’água nós fomo pegar no poço.
Funcionária: Pego. Agorinha vim do poço. Esses baldes d’água nós fomo pegar no poço.
O Governo Federal informa que Anajatuba tem R$ 15,5 milhões do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica. Desse dinheiro será descontado o valor pago a mais por conta do cadastro fraudado.
“Recebemos uma média de 7 mil denúncias a cada ano. Não posso afirmar quantas exatamente envolvem prefeituras, mas a estimativa é de cerca de 70%. Então, 70% de 7 mil envolvem prefeituras”, disse Jorge Hage, ministro-chefe da Controladoria-Geral da União.
São denúncias de todo tipo, incluindo aquelas sobre empresas fantasmas. Em Anajatuba, quem estaria por trás delas? As investigações apontam para Fabiano Bezerra, um empresário da cidade.
No mês passado, um ex-funcionário de Fabiano deu depoimento à Polícia Federal em São Luís. Com medo de represália, ele pediu para não ter a identidade divulgada.
O ex-funcionário afirmou que Fabiano Bezerra é o responsável pelas empresas A4, Construir, RR Serviços e MR Serviços, as tais quatro empresas que fecharam contratos de R$ 9 milhões com a prefeitura.
A testemunha disse também que o esquema das empresas é prestar serviços e fornecer produtos superfaturados a diversas prefeituras e que todas as notas dessas empresas são frias.
O repórter Eduardo Faustini procurou Fabiano Bezerra em casa e pelo telefone. Ele nega ser dono das empresas. Mesmo assim, defende a A4. Afirma que o que seriam as verdadeiras instalações dessa empresa são de primeira qualidade. “A sede da empresa é top de linha! Tem uma placa na frente, A4, direitinho…”, diz Fabiano.
Fabiano deu o suposto endereço, e o repórter secreto foi até lá. De fato, tem uma placa na frente, mas veja o que diz um vizinho da tal sede.
Guilherme Ferreira, comerciante: Uns quatro meses.
Fantástico: Quatro meses que abriu?
Guilherme Ferreira: É.
Fantástico: O senhor vê movimentação aí?
Guilherme Ferreira: Não. Não vejo, não.
Fantástico: Nunca teve empresa aberta aí?
Guilherme Ferreira: Que eu saiba, não.
Fantástico: E o senhor tá há quanto tempo aqui no comércio?
Guilherme Ferreira: Oito anos.
Fantástico: Quatro meses que abriu?
Guilherme Ferreira: É.
Fantástico: O senhor vê movimentação aí?
Guilherme Ferreira: Não. Não vejo, não.
Fantástico: Nunca teve empresa aberta aí?
Guilherme Ferreira: Que eu saiba, não.
Fantástico: E o senhor tá há quanto tempo aqui no comércio?
Guilherme Ferreira: Oito anos.
Mas, afinal, senhor Fabiano Bezerra, cadê o dinheiro que estava aqui?
Prestadoras terão de aumentar velocidade mínima da internet desde de ontem
Empresas que trabalham desenvolvendo serviços de internet terão que avançar a prontidão do sistema no Brasil
Agência Brasil
As prestadoras de internet terão de garantir, a partir de ontem (1º), em média, 80% da velocidade contratada mensalmente pelo usuário. A meta faz parte de um cronograma estabelecido há dois anos pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), para aumentar gradualmente os limites mínimos de velocidade de banda larga fixa e móvel oferecidos aos clientes.
Pelas metas dos regulamentos da Anatel, a velocidade instantânea (velocidade de upload e download apurada no momento de utilização da internet pelo usuário) deve ser de, no mínimo, 40% do contratado.
O cronograma começou a vigorar em 2012, quando a velocidade média entregue deveria ser de 60%. No ano seguinte, passou para 70%. A velocidade instantânea mínima começou com 20%, alcançando 30% e agora será de 40%. Antes da determinação da Anatel, a velocidade entregue aos usuários ficava em torno de 10% da contratada pelos consumidores.
Para verificar se as empresas estão cumprindo a determinação, no caso da banda larga fixa, a Anatel escolhe, por sorteio, voluntários para participar da medição. Com os dados registrados pelos medidores instalados nas casas dos usuários, a agência acompanha indicadores como velocidades instantânea e média, período de transmissão de dados, instabilidades, disponibilidade do serviço e falhas na qualidade da conexão.
No caso da banda larga móvel, os medidores que monitoram a qualidade do serviço estão instalados em escolas atendidas pelo Projeto Banda Larga nas Escolas Públicas Urbanas.
Dá para acreditar? MA tem os menores índices de condenados por corrupção
O Maranhão de acordo com dados divulgados pelo Conselho Nacional de Justiça, é o estado que menos julgou os suspeitos por crimes de improbidade e contra a administração pública, de janeiro a julho desde ano e que tenha resultado na condenação de réus.
A informação foi divulgada pelo CNJ, após o balanço feito. O objetivo da Justiça era julgar mais de 80 mil casos que foram iniciados no fim do ano de 2012 até julho de 2014. Dentro deste prazo já foram condenados aproximadamente 6.100 réus, cerca de 31% em 19 estados.
Segundo o Tribunal de Justiça do Maranhão, de janeiro a julho deste ano, 1.030 processos de crimes de improbidade administrativa e crimes contra a administração publica iniciados até dezembro de 2012, foram julgados ocasionando assim 33 condenações, uma taxa de 3%.
Esta taxa não é definitiva ela pode ficar menor, pois os réus podem recorrer ao Supremo Tribunal Regional. (Com informações do Imparcial).
fonte http://luispablo.com.br/
Escândalo: Fantástico denuncia esquema milionário de ‘notas frias’ em Anajatuba
O homem da imagem ao lado se chama Fabiano de Carvalho Bezerra, apontado como chefe de um esquema milionário em diversas prefeituras maranhenses. Ele foi denunciado hoje, dia 3, pelo Fantástico de comandar uma rede criminosa de venda de ‘notas frias’.
A reportagem denunciou a Prefeitura de Anajatuba, que firmou contratos com 4 empresas em nome de ‘laranjas’ sob o comando do empresário Fabiano Bezerra.
As empresas A4 Serviços, RR Serviços Ltda, Construtora Construir e MR Serviços receberam no ano passado R$ 9 milhões dos cofres públicos do Executivo Municipal de Anajatuba.
Das 4 empresas a que mais faturou foi a A4 Serviços, que só em 2013 fechou um contrato de R$ 6,5 milhões para alugar carros e máquinas. Na reportagem o local da empresa é de faixada. Nada funciona no imóvel.
A empresa está em nome de Raimundo Nonato Silva Abreu Júnior, que é taxista e foi motorista do empresário Fabiano Bezerra.
Procurado pela equipe do Fantástico, Raimundo Nonato disse se sentir ameaçado pelo seu ex-patrão. Segundo ele, o empresário usou seu nome para abrir a empresa e fazer negócios com prefeituras.
PARABÉNS PREFEITA BELEZINHA" GINÁSIO POLIESPORTIVO DE CHAPADINHA, CONCLUÍDO!
FOTOS TIRADAS AINDA NA REFORMA!
VEJAM AS FOTOS DO GINÁSIO POLIESPORTIVO DE CHAPADINHA QUANDO ESTAVA SENDO REFORMADO E QUE AGORA VIROU REALIDADE, OBRA CONCLUÍDA!
CONFORME EU VINHA ANUNCIANDO A DIAS, A PREFEITA BELEZINHA FINALMENTE FARÁ A ENTREGA À POPULAÇÃO DE CHAPADINHA, O GINÁSIO POLIESPORTIVO, MAIS CONHECIDO COMO ELEFANTE BRANCO. MUITOS PREFEITOS DE NOSSA CIDADE, PASSARAM PELO PODER E NÃO CONSEGUIRAM SUA CONCLUSÃO, MORAL DA HISTÓRIA, NÃO TIVERAM RESPEITO COM O POVO E POR ISSO MESMO, SOFRERAM AS CONSEQUÊNCIAS E PAGARAM UM PREÇO ALTO, FORAM DERROTADOS. BELEZINHA CUMPRIU O PROMETIDO E ESTARÁ ENTREGANDO AO POVO CHAPADINHENSE DIA 08, SÁBADO, ESSE MARAVILHOSO GINÁSIO, QUE A ANOS, AGUARDÁVAMOS, NÃO INTERESSA SE FOI COM DINHEIRO DO ESTADO, DO MUNICÍPIO OU DA UNIÃO, O IMPORTANTE É QUE ESTÁ PRONTO E NÓS, SEREMOS OS BENEFICIADOS, AGRADECEMOS. PARABÉNS PREFEITA BELEZINHA.
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