Padre cede capela católica para evangélicos em Mariana

Fotos: PadomFotos: Padom
Enquanto ideologias “religiosas” matam pessoas mundo à fora, em Mariana, MG – onde a lama pobre das barragens rompidas da mineradora Samarco destruiu tudo – um ato de solidariedade de um padre está unindo as pessoas e fazendo o amor falar mais alto.
Em meio ao caos na cidade, um padre da Igreja Católica disponibilizou a paróquia para que os irmãos evangélicos da PIB – Primeira Igreja Batista de Mariana – possam fazer seus cultos.
De acordo com o padre, nesse momento de tristeza e dor, a missão como cristãos e filhos do mesmo Deus, é acolhermos uns aos outros, como Cristo fez.
O gesto fez com que católicos e evangélicos se unissem no momento de dor.
Os cultos tem sido motivo de alegria entre ambos os grupos, e até mesmo o padre tem participado das orações dos protestantes da Igreja Batista.
Tem sido uma bênção, relata um fiel da Batista. Temos sentido verdadeiramente o amor de Deus nos unir nesses últimos dias.
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História
De acordo com o Bispo Josep Rossello, a Primeira Igreja Batista foi atingida pela lama do desastre, e o templo da igreja foi totalmente destruído com a tragédia.
Com informações do Padom

Arca de Noé” de pescadores salva 6 mil peixes da lama podre

Foto: AgênciaRBS/AndersonFetter

A operação salvamento está dando certo!
Centenas de pescadores e especialistas se uniram para salvar 20 espécies de peixes como robalos, dourados, corvinas e outras espécies, da lama podre das barragens da mineradora Samarco, em Mariana. Lama que segue o curso pelo Rio Doce e chegou nesta quarta-feira a Colatina, no Espírito Santo.
Pelo menos 6 mil estão à salvo agora. Eles foram soltos em lagoas da região.
Arca de Noé
Batizada pelos próprios pescadores de a Arca de Noé de Colatina, a operação consiste em pescar os peixes, colocá-los em isopores com água e jogá-los dentro de um pequeno açude protegido por barreiras de areia.
O açude construído pelos pecadores do outro lado do Rio Doce, com ajuda de maquinários, é uma espécie de cativeiro da salvação.
Mantê-los em cativeiro foi a alternativa encontrada para não perder o sustento de milhares de famílias depois que a lama tomar conta.
“Dá uma angústia muito grande na gente. Não tem nem o que dizer direito”, contou o pescador Roni Oliveira ao Zero Hora, temendo a morte anunciada do rio.
“Nós fizemos esse poço para botar os peixes para viver. Estamos salvando a vida deles. Vamos continuar trabalhando aqui, salvando os peixinhos, dia e noite, até que a lama chegue”, disse João Correia, o João “Areia”.
Foto: Anderson Fetter/Agencia RBS
A ideia
Diante de mais de uma centena de pescadores, o chefe da Arca de Noé, o fotógrafo — e pescador — Edson Negrelli, explica como surgiu a ideia:
“Foram quatro malucos, incluindo eu, que pensaram nisso. Aí um de nós falou em Arca de Noé. A ideia se espalhou pelos municípios vizinhos, Linhares e Baixo Guandu. Lá também botaram isso em prática. Nunca pensei que essa nossa intenção fosse tomar a proporção que tomou. Graças a Deus estamos conseguindo fazer nossa parte.
Diante de um rio prestes a morrer, Negrelli diz que a ação já salvou mais de 20 espécies diferentes e mais de seis mil peixes. Emocionado, faz um desabafo:
“É incrível a colaboração de todas as pessoas, até de quem não vive do peixe. É um sentimento que não sei explicar. Não sou pescador, mas já vivi 40 anos dentro desse rio pescando. Sempre foi muita fartura. Imaginar que isso tudo acabou agora é muito difícil”, concluiu.
Foto: Gabriela Fardin/ TV Gazeta
A ação
A ação envolve a participação de pescadores, biólogos, sociedade civil, organizações não governamentais (Ongs) ligadas ao meio ambiente, professores do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), empresas privadas, e uma equipe da empresa responsável pelo abastecimento de água na cidade, o Sanear.
O Ibama também participará da ação, que já envolve mais de 50 embarcações.
Segundo equipes que trabalham em Colatina, a captura dos peixes ocorre em três pontos: um no centro da cidade, onde fica o cais; outro na comunidade de Barbados; e outro na comunidade de Maria Ortiz.
Durante os dias de captura, os trabalhos começam às 7h e terminam por volta das 19h. Um grupo de pescadores também está trabalhando durante a noite e madrugada para capturar espécies de grande porte, que possuem hábitos noturnos.
Caminhões estão levando os peixes, em tanques, para duas lagoas da região.
Foto: Divulgação/ Prefeitura de Colatina
De acordo com o tecnólogo em saneamento ambiental do Sanear de Colatina, Luiz Carlos Dubberstein, trabalhos também estão sendo feitos para impedir a contaminação desses pontos.
“A nossa ação aqui envolve a captura peixes, crustáceos, moluscos, todo o tipos de fauna que temos na bacia do rio. Com a ajuda de órgãos públicos e privados, que possuem maquinários, os canais que trazem a água do rio para essas lagoas estão sendo fechados para impedir a contaminação do ambiente e dos animais”, disse Dubberstein.
Operação da Arca de Noé, que começou nesta sexta-feira (13).
Com informações do ZeroHora e G1

Prefeito usa dinheiro do Réveillon para reformar escolas

Foto: Divulgação/Ascom Prefeitura de Guaraí

SERIA MUITO BOM ESSE EXEMPLO SER SEGUIDO (Chiquinho Carneiro).
Há políticos e políticos nesse país
O prefeito de Guaraí, cidade da região central do Tocantins, decidiu que não vai gastar dinheiro com a festa de Réveillon este ano.
Ele alega que os shows, o palco, o som e a iluminação custariam pelo menos R$ 90 mil. Com esse dinheiro, o prefeito Francisco Júlio decidiu reformar duas escolas municipais.
O anúncio foi feito na semana passada. As obras das unidades vão custar R$ 80 mil.
O gestor disse que a decisão foi tomada por causa do atual momento econômico brasileiro que tem influenciado os pequenos municípios por causa da diminuição nos repasses federais e estaduais.
As duas escolas estavam na lista do Ministério da Educação para receber recursos financeiros para reformas, mas, de acordo com o prefeito, não foram contempladas com os cortes no orçamento federal.
As reformas
As Escolas Municipais Leôncio de Sousa Miranda e Luís de Camões foram reformadas pela última vez em 2005.
Estão previstos serviços de pintura, manutenção elétrica e hidráulica, reparos nos telhados e banheiro e substituição de estruturas desgastadas.
A Escola Luís de Camões também receberá obras para melhorar a acessibilidade de pessoas com necessidades especiais, informou a assessoria de comunicação da prefeitura.
A intenção é que as obras sejam executadas em janeiro de 2016 e que no início do ano letivo as unidades estejam em condições de receber os alunos e professores.
“A previsão era a construção de três unidades, mas por causa dos cortes as obras não foram possíveis. Então, decidimos reformar as que já existem”, disse ele ao G1.
O município tem nove unidades de ensino municipais, sendo seis na cidade e três na zona rural. Em 2015 elas estão atendendo 2.109 alunos do ensino fundamental e da educação infantil, com idades entre 1 ano e meio a 10 anos.
A quantidade é superior à demanda do ano passado, quando foram atendidos 1.812 estudantes.
Natal
A cidade também não pretende gastar com enfeites natalinos este ano.
A assessoria de comunicação disse também que serão reutilizados enfeites e outros materiais usados em 2014, além de adereços feitos com materiais recicláveis.
A inauguração da decoração nas praças da cidades está prevista para dezembro.
No ano passado, o prefeito disse que o município gastou R$ 60 mil com o Réveillon. “As pessoas querem festejar, mas elas apoiaram muito mais a decisão que tomamos em reformar as escolas”, completou.
Com informações do G1
Outra caso
Em abril mostramos no SóNotíciaBoa o caso de outro prefeito com decisão parecida.
A prefeitura de Passo Fundo, no RS, deixou de fazer a festa de carnaval para colocar ar condicionado nas escolas. Releia aqui.

Brasileira, filha de agricultores, chega à Nasa e ONU

Foto: arquivo pessoal

A estudante cearense Marcela Alves, de 24 anos, saiu da pequena  Araçatuba, cidade de 11 mil habitantes no interior do Ceará.
Filha de agricultores ela realizou o sonho de estudar fora do país através do programa federal Ciência sem Fronteiras (CsF).
Mesmo sem falar inglês, Marcela – que acabou de concluir o curso de Ciência da Computação na Faculdade Farias Brito, em Fortaleza – criou o Brazilian Club, um grupo para reunir estudantes brasileiros da Universidade do Estado do Arizona , nos EUA.
Lá ela participou de um projeto de pesquisa na Agência Espacial Norte-Americana (NASA) onde teve acesso ao telescópio Hubble.
Marcela também foi a primeira brasileira a participar do Wolfram Science Summer School, curso de verão de um importante instituto de pesquisa.
A cearense participou de um grupo de estudos em Cosmologia e Astrofísica e estudou processamento de imagens.
Ao saber que estavam abertas as vagas para a escola de verão “Wolfram Science”, a estudante teve uma ideia: sugeriu à equipe do Wolfram Science que transformasse as teorias até então utilizadas em imagens.
A  proposta foi amplamente aceita e Marcela se tornou a primeira brasileira na história aceita para o curso de verão do instituto.
O próximo passo na sua trajetória foi fundar, juntamente com uma amiga, o Grupo de Pesquisadores Universitários Brasileiros de Phoenix, o PUB-Phoenix..
Depois de voltar à terra natal, a jovem terminou sua graduação e iniciou um movimento para empedrar mulheres.
Juntamente com sua amiga Brenda Miranda, projetou uma plataforma para aproximar negócios desenvolvidos por mulheres em áreas remotas.
Em julho deste ano, a equipe conduzida por ela foi escolhida para a final mundial do “International Trade Center (ITC), Google, e CI&T Women Vendors’ Forum and Exhibition (WVFE) Tech Challenge 2015”, um desafio internacional para escolher projetos para ajudar a alcançar a meta de 1 milhão de WOBs (Women-Owned Businesses) no mercado global até 2020.
A equipe de Marcela conseguiu uma menção honrosa na competição, no início de setembro.
A  conquista valeu para que ela e Brenda participem do Youth and Trade Programme do ITC, a agência conjunta da Organização Mundial do Comércio.
O ITC e a ONU (Organização das Nações Unidas) auxiliarão as jovens e desenvolver suas ideias e habilidades de negócio.
Com informações do DiárioDePernambuco

Gari forma a filha em medicina: criou sozinho

Foto: reprodução/TV Anhanguera

Um gari que foi pai e mãe, está realizando o grande sonho de formar a filha em medicina, com o suor do seu trabalho limpando as ruas de Goiânia.
Tales Pereira sempre se esforçou para garantir a melhor educação possível para a filha, Aline de Castro Pereira, de 26 anos.
Hoje, os dois colhem juntos o fruto de tanta dedicação. A jovem está prestes de se formar médica e credita ao pai a maior parte do mérito da realização desse sonho.
No convite para a formatura, a foto com o pai tem destaque especial, com uma dedicatória:
“Ao meu pai, agradeço profundamente por ter vivido cada dia comigo, se desdobrando para ajudar a cumprir minhas obrigações e se preocupando com meu bem estar e me amparando com as mais diversas formas de amor. Você é meu maior exemplo de luta e determinação para vencer na vida”, diz o texto.
O carinho deixa o gari emocionado. “É muito emocionante. A gente fica todo derrubado. Fiz minha parte e ajudei. Agora ela vai colher os frutos. Ela é uma joia. Para chegar onde chegou, é uma guerreira”, elogia.
Pai e mãe
Tales teve de criar a filha sozinho, porque a mãe de Aline morreu quando ela ainda era criança, vítima de câncer no estômago.
A doença motivou o desejo da jovem pela carreira médica, que pretende se especializar em gastroenteorologia.
Colégio particular
Durante todo o ensino médio, a jovem estudou em colégio particular, bancado pelo pai.
O resultado veio com aprovação em três vestibulares: Escola Superior de Ciências da Saúde, no DF, Universidade Federal do Tocantins (UFT) e Universidade Federal de Goiás (UFG), onde fez o curso.
Ela se recorda do momento em que soube da aprovação. “Ele [pai] ficou na expectativa com um radinho de pilha, à moda antiga, esperando sair a lista. Quando eu vi na internet, foi muita emoção”, lembra.

Com informações do G1

Empregada doméstica vira juíza: estudou com livros do lixo

Foto: GazetaOnline

Desistir? Jamais! A história de superação da juíza Antonia Marina Faleiros é inspiradora!
Com 12 anos, ela trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais.
Filha de um trabalhador rural e uma dona de casa, Antonia foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte quando fez 21 anos.
Na cidade grande, a moça da roça, que teve 4 irmãos, foi empregada doméstica e chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus, porque não tinha onde passar a noite. Enfrentou o frio e o perigo da capital mineira.
“Nos primeiros dias tive que ficar na casa de parentes, fingindo que estava de passeio. Fiquei um período, mas chegou um momento que ficou insustentável, não dava para ficar de favor. Tive que me arrumar. Arrumei um emprego de empregada doméstica, mas a patroa não gostava que a funcionária dormisse na casa dela, porque ela achava que tirava a liberdade dos donos da casa. Para não ser obrigada a retornar para o interior, para a roça, e ter que abrir mão do meu sonho de fazer um curso superior e trilhar um caminho diferente daqueles que moravam na minha terra, eu mentia para minha mãe que dormia na casa da patroa e fingia para a patroa que dormia na casa de parentes. Mas na verdade eu não dormia na casa de ninguém porque eu não tinha onde morar. Eu passava a noite sentada fingindo que estava esperando ônibus. Como era um ponto muito movimentado, dava para enganar”.
Apostilas do lixo
Para conseguir aprovação em seu primeiro concurso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Minas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeógrafo onde eram feitas apostilas de um cursinho preparatório.
“Eu vi a secretária descartando algumas folhas, que ela passava no mimeógrafo e jogava fora. Peguei e percebi que dava para ler, apesar das folhas borradas. Aquele dia eu catei algumas e a partir daí, eu passei a ir rotineiramente na sede do cursinho. Hoje, relembrando essa história, eu desconfio que aquela secretária, cujo nome não sei e nunca mais a vi, percebeu que eu estava pegando aquelas folhas porque as folhas borradas passaram a ficar em uma lixeira seca, sem copinhos de café. E aí eu fui catando aquelas folhas e estudando, o que foi suficiente para eu fazer uma pontuação boa na tal noção de direito. Com isso, eu consegui, junto com as boas notas em matemática e português, o terceiro lugar no concurso”, lembra.
Ajudar
Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade.
Dra Antônia também desenvolveu um projeto voltado para o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
“A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço”, pontua.
Leia parte da entrevista concedida ao portal Gazeta online:
Dedicação
“Sempre gostei de estudar. Fui alfabetizada pela minha mãe com 4, 5 anos e sempre fui adepta da leitura. Ela sempre dizia uma frase que eu repito para os meus sobrinhos: quem tem a cama feita pode se contentar com o razoável. Quem não tem a cama feita, deve ser muito bom no que faz”, conta.
Orgulho da família
“Tive a oportunidade de ouvir muitas vezes o orgulho dos meu pais de ver a filha formando. Sempre ajudava muito meus pais e irmãos. Meu pai chegou a verbalizar a alegria, principalmente porque havia aquele temor de que a menina fosse para a capital e se envolvesse com coisas erradas, voltando inclusive com um filho sem pai. E minha família era muito tradicional e simples do interior. Meu irmão Edésio, mais velho depois de mim, já falecido em um trágico acidente no Espírito Santo, sempre dizia que a minha história era um marco. Eu fui uma das poucas da minha geração que fez a faculdade naquele tempo. Eu rompi uma barreira”.
Abençoada
“A mulher Antônia Marina Faleiros é uma mulher abençoada, de uma família abençoada, e que teve sorte de encontrar pessoas de bem pelo caminho. Considerando a história de vida,tudo que eu passei, eu dei um salto que eu gosto de sempre reprisar para firmar que isso é possível: a filha de um trabalhador braçal semi-analfabeto e de uma dona de casa simples, que passou por todas essas histórias, que conheceu o creme dental com 11 anos, que teve que trabalhar cedo, pode estudar e chegar aonde quer. Todos nós podemos”.
Lição
“Conto brevemente a reação da minha mãe quando contei para ela que tinha passado em terceiro lugar no concurso de oficial de justiça. Ela me indagou: ‘a prova estava tão difícil assim?”. Ainda rebati e disse: ‘Mãe, pense bem, quantas pessoas ficaram para trás?’. E ela me disse assim: ‘você já viu corredor olhar para trás? Corredor olha para frente’. Então eu digo sempre isso: temos que olhar para frente e não para as dificuldades que passamos. É pensar no quem tem que ser alcançado, é ter disciplina e meta”.
“Gosto de contar essa história para reafirmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós podemos”, se orgulha ela.
Com informações do GazetaOnline e AmoDireito

AGENTES DE TRÂNSITO DE CHAPADINHA EM BLITZ EDUCATIVA


Sob o comando do Agente de Trânsito Junior Aguiar, essa poderosa equipe passou a s3emana toda fazendo blitz educativa, mas mesmo assim, foram capazes de efetuar as prisões de algumas motos, com chassis adulterados. Sem medir esforços, todos esses jovens guerreiros passam o dia todo enfrentando os problemas do dia a dia  nas ruas de nossa cidade instruindo e orientando  quem  precisar de informações.



Da esquerda para a direita Wildison, Marques, Junior Aguiar e Maciel, todos os Agentes de Trânsito de nossa cidade, orgulham-se da função que exercem.
Muitas motos, fioram paradas simplesmente por estarem sem seus retrovisores, quando colocados, automaticamente, eram liberadas


 ESSA, TITAN, ESTÁ EM NOME DA PREFEITURA DE BALSAS, FOI ENCAMINHADA AO CIRETRAN, PARA QUE FOSSEM TOMADAS AS MEDIDAS CABÍVEIS
pedimos à todas as pessoas, que não comprem veículos supeitos, pois se forem pegos, serão presos( os veículos) e conduzidos ao setor competente consequentemente, quem comprar veículos com suspeita de furto, responderá a processos criminais, perderá o transporte e o dinheiro do objeto fruto do ilícito.



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