
Ao sair do comitê, sem saber do que se tratava, fui surpreendido com as agressões verbais. "Quero saber porque tu andas falando mal de mim. Fica sabendo que comigo a coisa é diferente. Não tenho medo de ti e resolvo de qualquer jeito. Vamos lá pra fora pra eu te mostrar como eu resolvo isso", disse em tom raivoso. Somente não partiu para a agressão física por conta da intervenção de alguns profissionais da comunicação e de policias que fazem a segurança. No entanto, continuou insistindo para que eu fosse para um embate fora da Assembleia. "Pega teu carro, eu pego o meu e vamos pra qualquer canto da cidade para eu te mostrar como eu resolvo isso", insistiu.
O pior de tudo é ser acusado de algo que você não fez. Em momento algum, em meu programa de rádio, citei o nome do agressor em qualquer comentário ou crítica.
O pior de tudo é ser acusado de algo que você não fez. Em momento algum, em meu programa de rádio, citei o nome do agressor em qualquer comentário ou crítica.
De minha parte, só tenho a lamentar esse surto colérico por parte de alguém que se diz profissional da comunicação. Na verdade, é mais um que fica doído com as críticas feitas a seus patrões e quer mostrar serviço afrontando a quem tem coragem de denunciar os desmandos desse grupo que comanda o estado há quase cinco décadas.
Com a iminência de queda da oligarquia, esses acólitos poderão continuar surtando e partindo para a agressão contra quem não reza na cartilha do Sarney. Faço esse registro para ficar respaldado, caso algum outro ato agressivo venha a ser praticado por essa figura contra mim.
FONTE http://gilbertolimajornalista.blogspot.com.br/
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